urdidura reúne experimentações em fotobordado que constituem o núcleo inicial do projeto refração em linha viva. A série nasce do reencontro com o bordado e de sua aproximação com a fotografia autoral, entendida aqui como campo expandido e passível de atravessamentos.

as imagens são tensionadas pelo bordado manual, não como ornamento, mas como operação de deslocamento da imagem. a linha atravessa, interrompe e sustenta a fotografia, entrelaçando fios e imagens na construção de novas narrativas visuais.

enquanto refração em linha viva se desenvolve como projeto de pesquisa e circulação, urdidura permanece como campo experimental aberto, onde se estabelecem as primeiras articulações entre fotografia e bordado como método, linguagem e estrutura de investigação.
urdidura
fotografia e bordado manual
núcleo inicial do projeto refração em linha viva
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