água mole em pedra dura parte do provérbio que atravessa culturas e temporalidades como uma ética da persistência. a série investiga a tensão entre fragilidade e resistência, tomando a água — elemento móvel e contínuo — como força capaz de atravessar a rigidez da matéria.
neste projeto, uma fotografia de água é transferida para suportes como pedra e tijolo e submetida à ação da própria água. o gesto insiste, o tempo atua, e a imagem se transforma. O que parece sólido se desgasta.
a obra permanece em processo, aberta a novas experimentações de materiais, durações e modos de registro, afirmando a persistência como prática, método e linguagem.
água mole em pedra dura
série em processo
fotografia e intervenção material
publicação na antologia respiros poéticos
série em processo
fotografia e intervenção material
publicação na antologia respiros poéticos